sexta-feira

maya I

Não há percepção que possa ser considerada não-real, pois "não-real" é um joguete semântico. A própria natureza da realidade já pressupõe a ilusão. A acepção cotidiana de real nos leva a imaginar um oposto, uma vez que esta limita-se a um compartilhamento, a um lugar-comum, uma concordância polida, cujas regras variam rapidamente no espaço mas arrastam-se pelo tempo.

Um comentário:

rafael fittipaldi disse...

...ela me falou que "ilusão" também é um joguete semântico.